terça-feira, 1 de abril de 2014

E 20 Vidas mais tarde...

As coisas começaram mais ou menos assim:

Partimos da premissa das 20 vidas (contando com esta) 'diagnosticadas' por numerologia kármica do conceito da Roda de Samsara, assim sendo nossas respostas após isso foram baseadas em vivências de retorno ao passado e nas leituras de tarot, que aparam as arestas e completam o que nas vivências não vimos ou não quisemos ver, afinal, nada foi um mar de rosas, houveram momentos bons em vidas difíceis, sempre foi assim e é por isso que estamos hoje aqui para mudar;

Observamos que esta é a vida da conclusão visto as diferenças quanto as reencarnações, aparentemente todos os envolvidos na 1ª vida, aquela lá do Egito, reencarnaram nesta, fato que não ocorre há 19 vidas, parte do núcleo de pessoas voltava, mas não todos os participantes, vimos dessa forma, a hora certa para agir e definir a felicidade nesta vida que nos resta e especialmente na próxima da qual já sabemos um pouco do enredo.

Vimos ainda a ordem dos parentescos, o 1º fato é que Melinda reencarna em todas as vidas com Sophie, pra ajudar, pra aprender, pra tentar sempre mudar o rumo das coisas, disso observamos que a ordem reencarnatória é: Sophie ser Mãe, Irmã e depois Sacerdotisa de Melinda, com isso a 1ª vida foi como mãe e filha, e a próxima após esta também, esperamos a conclusão das pendências nesta para dar as Moiras (Destinos) o desfecho esperado e encerrar essa historia de modo iluminado, como deve ser.

É muita informação pra qualquer um, é demais até pra quem lê entender, façam ideia do viver isso, sabendo que algo precisa se resolver há mais de 3 mil anos, uma historia que se arrasta através dos tempos, e isso não é questão de sermos superiores nada disso, cada um tem sua própria historia, talvez mais complicada ainda que esta, a questão é estarmos relatando, é sermos despertas na magia e termos meios de nos aprofundar, coisa que muitos não tem, não se importam etc.

E justo eu que após uma experiencia de regressão anos atrás para entender uma situação comecei a não recomendar se lembrar de vidas passadas, me vejo em meio  a tantas vidas que parecem quererem me engolir tem horas. Mas continuo não aconselhando porque é muito pra se absorver, nem sempre somos os 'bonzinhos', nem sempre agimos com o senso com que agiríamos hoje, então há de se arcar com culpas, temores, dissabores mas também há a libertação, isso é inegável.

Creio mesmo que só cheguei até aqui por ter Melinda, nossa energia quando juntas atropela pensamentos até dos mais ágeis, ficamos mais fortes e por isso certamente nosso vínculo foi mantido além das eras, para que uma 'puxasse' a outra do poço quando necessário e corroborasse com as lembranças e troca de experiências.

Ass. Alguém do Passado

sexta-feira, 14 de março de 2014

Além das Eras - Introdução*

Quando eu vou parar de me culpar? Isso vai ter fim? Quando vamos ser felizes como a família que somos? - Tantas perguntas...tantas incertezas...até entender que as respostas não vêm no nosso tempo, mas no tempo devido...

Porquê a culpa? Por ter salvo quem talvez não devesse, mas enquanto existir esse 'talvez' eu sei que de qualquer forma fiz a coisa certa, mas isso definiu tudo o que passamos depois e por depois eu não me refiro a anos, mas a milênios...mas essa é outra história, apesar de ser a mesma.

Marcas de um passado que irrompem não apenas a alma e às lembranças, mas marcas físicas provam o que fora vivido, embora a riqueza de detalhes e as lembranças em conjunto já dissessem isso...marcas que já deveriam ter cicatrizado há muito, mas de qual forma se espera isso? Dizendo a si mesma, simplesmente passou? Não, não passou, porque não foi resolvido, prova disso é ainda estarmos aqui.

Há tanto a ser dito, mas quase nada a ser compreendido...
Há tanto a fazer...
Há tanto a entender e lidar...
E o destino não parece querer esperar!

Também após tanto tempo, o que não há é tempo a perder, porque sinceramente ainda há uma vida a ser vivida em alegria e a próxima já conhecida deverá ser de júbilo e bálsamo como nunca antes fora.

E por uma força maior que nos protege em todo esse caminho e por nossas próprias forças unidas, eu creio que conseguiremos dar ao destino o que lhe é devido, a conclusão! E então seremos o que nunca fomos, uma Família, conhecendo nossos passados e potenciais e ainda assim juntos, sem mais ninguém a nos separar.

Rumo a conclusão!

(Ainda confuso(a)? Fique atento(a) para os próximos posts sobre esta história que remonta milênios!)

Ass: Alguém do Passado!

domingo, 20 de outubro de 2013

Ensino Mágico

"Nasci pra Ensinar porque Nasci pra Aprender! 
 Em constante evolução, constante aprendizado...

 Posso garantir que aprendo mais com meus alunos do que eles comigo e eles aprendem uns com os outros também, e é essa Troca que é Sagrada, divina mesmo!

 Onde só existem irmãos em evolução, degraus a mais, degraus a menos, mas Todos de mãos estendidas para ajudar o outro a subir, lindo, lindo, lindo!

 Por isso digo que minha missão é pautada no ensino e digo não lá de cima do 'pedestal', digo daqui de baixo, do círculo formado de mãos dadas, trocando energias e conhecimento!

 O Ensinar em si é um gosto pessoal além de um privilégio e uma grande responsabilidade, mas acima de tudo o ensino mágico tem que ser visto como troca, não como um 'poder' acima dos demais, mas sim como uma forma de enxergar-se no outro, reaprender por várias e novas óticas, absorver lições enquanto se ministra lições!

 Essa é a sacralidade do Ensino Mágico pra mim!"

Sacer Ailsin Celtic*

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Chakra Umeral

Explicação valiosa e esclarecedora, especialmente a nós do mundo da magia que tanto sentimos esse ponto e agora podemos saber o porquê!

Todos devem conhecer, ou pelo menos ouvido falar dos 7 chakras principais ou Magnos: Básico, Esplênico, Umbilical ou Plexo Solar, Cardíaco, Laríngeo, Frontal e Coronário.  Como já disse, estes são os principais mas não os únicos chakras que possuímos. Existe uma série de outros chakras,como por exemplo nos pés, joelhos, mãos,…e entre eles o pouco conhecido Umeral.  Desenvolvido apenas em algumas pessoas, situa-se no terço médio do omoplata esquerdo e, desenvolve a capacidade do paciente estar em contato com vibrações mais sutis e filtra essas energias.

Seu formato é o de uma Lemniscata ( , um oito deitado) e os antigos o descreviam como asas de seres iluminados.
 É ligado ao corpo físico através do correspondente Plexo Solar, e deste para os membros superiores (braços, antebraços e mãos).
 Em equilíbrio tem a cor azul celeste. Quando estamos enfraquecidos a cor predominante é o amarelo.

É um chakra extremamente importante para avaliarmos se estamos com algum problema espiritual.
 Ele mantém a nossa individualidade e depende do desenvolvimento do chakra do plexo solar, ou seja, da proteção do baço. Rege todas as energias que habitam o nosso espaço e as organiza.

Ele também processa as energias do ambiente e, filtra as energias densas que transitam no nosso campo energético. Quanto mais percebermos e desenvolvermos as nossas qualidades vibratórias, mais estaremos trabalhando o chakra umeral.

Basicamente esse chakra se desarmoniza por três fatores:

1) Vivência de padrões pessimistas, negativos e derrotistas. Por exemplo: “tudo na vida para mim é difícil”, ou “esse tipo de coisa só acontece comigo”, “eu não mereço isso”, “eu não tenho capacidade para realizar essa tarefa”, etc.

2) Quando a pessoa está tão desarmonizada (buracos áuricos), que acaba ficando exposta, vulnerável à energia dos ambientes ou pessoas com que se encontra, em que haja uma vibração não muito boa.

3) Por energias intrusas ou espíritos obsessores. Uma desarmonia espiritual pode estar relacionada com o chakra Coronário que é por onde recebemos a energia cósmica ou com o Umeral que conta o grau de vulnerabilidade que o paciente está em relação a energias negativas.


(Fonte: http://www.paijoaquim.com.br/o-chakra-umeral/#.UmDVoj4rLzoo)

As Escolhas que Eu fiz!

As escolhas que eu fiz como mulher interferem até hoje no 'ser' bruxa, os erros comuns de um passado comum ainda pesam, mas as escolhas que fiz como Bruxa são ainda mais 'críticas', o mundo da magia deveria ser o refúgio de todos, onde a liberdade e a falta de pré-conceitos é a base, mas não é bem assim, o mundo da magia também passa por processos evolutivos, e nele há desde os mais tradicionalistas aos mais ecléticos, desses que misturam tudo e ai também já não concordo, eu sou pelo equilíbrio.

Não julgo pessoas pelo que foram, fizeram ou disseram, mas pelo caminho que trilham hoje, pela evolução que buscam hoje, é por essas pessoas que devemos lutar para tornar o mundo melhor, Gaia mais saudável.

As escolhas que fiz e me refiro a várias áreas de minha vida, não foram sempre as melhores, as mais acertadas, nem todas com volta, a maior parte com contorno, difícil e extenso, mas nada que possa causar mal a ninguém além de mim e é de fato o que ocorre com todos não? Quando tomamos um caminho e vemos que erramos só nos resta voltar e quem percorre esse caminho? Nós, e mais ninguém.

Portanto eu entendo a todos que não foram perfeitos e convido a quem dentro da magia ou fora dela se ache perfeito a descer da nuvem e vir aprender junto a todos os seus Iguais, assim como os Deuses nos ensinam, e deixemos que a Lei Tríplice cuide do resto que não nos cabe, afinal, somos apenas mortais!

Um Sonho e um Chá (Parte 4)

"Chovia, era preciso muita coragem para atravessar a cidade em meio a qualquer chuva, mas não era a coragem que me movia naquele dia, era a curiosidade sobre um sonho que havia tido, estava realmente interessada em ajuda para entendê-lo.
Cheguei afoita, quase deixando guarda-chuva e capa pelo caminho, fui direto para os fundos, a área das ervas e do fogão a lenha, sabia que com aquela chuva ela estaria a preparar um chá pra esquentar e não estava enganada.

_Pensei que não viesse, a água está querendo mostrar seu poder hoje.
_Pois é, foi complicado mas vou ser sincera um sonho que tive hoje me moveu a vir mais do que os habituais estudos.
_Hum, adoro sonhos, especialmente se eles fazem alguém se mover pelas águas turbulentas, vamos me conte. E sentou-se igualmente curiosa a meu lado, deixando a água ferver no caldeirão.
_Foi a única imagem que me lembro da noite, não houveram pessoas, nem palavras,  e nem me pergunte o contexto, só vi essa imagem, como uma foto em 3D.
_E que imagem era?
_Eu não faço a menor idéia, mas são estrelas e azuis, algo que nunca vi antes, creio que devam ter um nome por isso vim perguntar e tentar interpretar como sempre fazemos.
_Estrelas? perguntou ela já com o semblante mais sério.
_É, porque parece estranho?
_Você as viu como? Estrelinhas como essas que desenhamos - deu um riso nervoso, parecendo querer desconversar.
_Não, eu vi como se visse no céu, mas bem de perto, como se estivesse no céu. 
Eu juro que a vi empalidecer quando disse isso.
_E como eram essas estrelas?
_Eram sete, olhe aqui, eu desenhei assim que acordei, desenhei pontos, mas os pontos de luz como via, parecem formar um tipo de nebulosa não é? E mostrei um esboço que fiz ainda sonolenta ao acordar (esboço esse que hoje me lembrando, percebo que nunca mais vi, se perdeu junto com minha memória desse fato, até hoje)
Ela olhou o papel como se visse através dele, minutos a fio, e não tinha muito a se ver, mas ela parecia ver algo que eu não via, já estava assustada.
_Não me parece nada demais, nada que eu conheça ao menos. Disse ela em tom titubeante.
_Mas olhou tanto para o papel, achei que saberia me dizer o nome, devem ter um nome e um significado certo?
_Não acho que seja um sonho que queira lhe dizer algo, sossegue. E foi falando em direção ao fogão onde começou a preparar o chá, com ervas demais eu diria, olhando com os olhos de agora.
_Acho que devíamos ver nos livros, acho mesmo que elas tem um nome e daí podemos ver o que isso quer dizer.
_Não acho que devamos perder tempo com isso, é sério. 
E seu tom foi ficando mais firme.
Eu porém continuei insistindo, enquanto ela preparava com tanta voracidade aquele chá como jamais vi.
_Bom, enquanto prepara o chá vou ver nos livros - disse eu já me levantando rumo as estantes, então em tom alto ouvi:
_Sente-se e me escute! 
Olhei um tanto quanto temerosa, ela vinha séria em minha direção com uma xícara de chá sentando-se a mesa.
_Você não vai procurar sobre isso, me entende?
_Ma masss
_Sabrina, você não vai mais pensar nesse sonho! Dificilmente ela me chamava pelo nome, aquilo me mostrou a seriedade da situação.
_Agora beba esse chá pra se aquecer e podermos prosseguir com as temáticas de hoje está bem?
Não, claro que nada estava bem, eu certamente iria procurar respostas, mas não com a ajuda dela, isso era certo, mas não era a hora de discutir aquilo e fui bebendo o chá.
_Tudo bem, vamos seguir, ah é chá de quê e pra quê? Eu sempre perguntava, ela sempre me fazia sentir as ervas e descobrir, era como um exercício, mas não dessa vez...
_Algumas ervas aleatórias pra aquecer e trazer tranquilidade. 

Ela nunca me dizia pra quê era, eu deveria descobrir, ela não seguiu o padrão português rígido dela, tudo estava estranho, lembro que senti alfazema, angélica, artemísia e algo que ou não conhecia ou que ela nunca havia me apresentado e estranhamente (agora lembrando) seguimos para os estudos do dia e eu nunca mais pensei sobre o sonho, eu não me lembrava mais dessa conversação e o papel certamente ela deu fim, assim como na minha memória desse fato por quase 10 anos, havia algo além naquele chá e ela certamente algo entoou enquanto o fazia. 

Por forças oblíquas do destino eu descobri sobre essas estrelas e não faz muito tempo, mas só hoje me recordei que já as havia reconhecido há muito, só me foi bloqueado o saber por quase uma década.

Não sei ainda como me sentir a respeito, bem, na verdade eu sei e sei porque ela fez isso, o que apenas reforça minha tese.

No mais, eu recomendo, só beba chás que você prepare! rs"

Sacerdotisa Aislin Celtic

Prática Herbal (Parte 3)

"Era muito bom estudar com alguém que já conhecia os lugares mais remotos da Europa, que já havia estado no ventre da Antiga Arte e que podia com total embasamento ensinar coisas que não estavam em nenhum livro.
Naquele dia quando cheguei me deparei com uma bancada cheia de ervas, flores e todo tipo de especiaria, achei lindo mas pensei seriamente no que aquilo ia dar e ao lado das ervas papel e lápis.

_Dia de prática Herbal, o que acha?perguntou ela apontando a bancada.
_Está lindo, mas assustador, não sei se reconheço todas essas ervas dos livros ou mesmo se conheço algumas pessoalmente - dei uns risinhos nervosos.
_Realmente dos livros você não vai reconhecer, imagens em preto e branco nunca me fascinaram - disse ela rindo e prosseguiu - E muitas você acha que não conhece ou pra quê serve, mas lembre-se, isso é o que você acha não o que você realmente sente. Era impressionante como tudo o que ela falava era carregado de sabedoria e sempre muitas pitadas de mistério.

_Vamos, o que você faria agora, sem livros, precisando elaborar por exemplo, um banho?
_Eu tocaria nas ervas e deixaria que me guiassem junto a minha intuição, sentindo sua textura, seus aromas, aguçando minha memória dessa e de outras existências e sabedoria. Disse isso naquele estado onde a gente diz sem saber mas sabendo, sabe? rs
_Perfeito! Faça! E foi enfática. Ok, eu entendi mesmo sem entender e fui sentindo cada maço de erva, cada aroma de flor e anotando, meu banho seria para relaxar, bem a minha cara, estou sempre ansiosa, rs.

Passado um tempo de análise, terminei, ainda titubeava por não ter certeza se tudo o que havia escolhido teria as propriedades desejadas mas deixei a intuição me levar e amei a sensação.

_Agora faça seu feitiço!
_Hein?
_Você não fará um banho sem entoar nada em seu preparo ou quando o tomar vai?
_É verdade, mas por onde começo?
_Pelo mesmo lugar que começou escolhendo as ervas, sua intuição! 
E lá fui eu, em meio àqueles aromas escrever o que eu desejava que aquele banho realizasse.
_Terminei!
_Vamos ver...ou melhor, veja você mesma, pegue meu livro na mesa. Curiosa fui sedenta pegar o livro e achar as propriedades de tudo que escrevi e comparar.
_E aí? Como acha que foi?
_Minha intuição me guiou muito bem, quase não acredito, mas ela se desviou no fim. Já disse em tom desajeitado, a gente sempre espera acertar tudo, há uma necessidade humana em aprovação que é absurda!
_Deixe-me ver - e pegou o papel da minha mão.
_Desviou porquê?
_Ah, porque no final eu acrescentei alecrim e não tem exatamente a função de calmante que eu imbuí ao banho...
_Mas que ótimo que a sua intuição é menos teimosa que o seu racional, ah criança! 
Eu já não entendia nada.
_É isso mesmo, que bom que a sua intuição sabia que apesar de ser um banho pra acalmar, a gente nunca pode esquecer de uma pitada de proteção, o alecrim, afinal somos bruxas, você sabe das energias que nos rondam. Naquele momento meu sorriso foi de orelha a orelha.
_Eu não errei então?
_Intuição quando ouvida jamais erra, mas quase errou ao duvidar dela, nunca mais duvide. 
E eu até hoje ouço essa frase quando penso em duvidar rs.

E quanto ao feitiço vocês devem estar se perguntando...bem, eu disse a ela que eram um punhado de palavras e rimas e ela disse:
_Não! Um bom punhado de palavras carregadas de energia, é tudo o que se precisa pra que algo se realize, mão na massa, intuição aguçada e fé no que se entoa, pronto! Magia!

Sábias palavras!

Sacerdotisa Aislin Celtic*